REFERENCIAL TEÓRICO

De WikiNEaD
Mídias na Educação

DEDICATÓRIA | AGRADECIMENTOS | RESUMO | INTRODUÇÃO | OBJETIVOS | REFERENCIAL TEÓRICO | METODOLOGIA | RESULTADOS E DISCUSSÃO | CONSIDERAÇÕES FINAIS | REFERÊNCIAS | ILUSTRAÇÕES

Tabela de conteúdo

Evolução e Inserção das Tecnologias na Educação

Já ouve um período na educação brasileira em que as cartilhas ou os pré-livros eram os primeiros materiais impressos a que tiveram acesso no processo inicial de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita. Segundo Stamatto (1998)[1] a cartilha empregada na alfabetização e na aprendizagem da leitura, ficou conhecida no Brasil, desde a época colonial e eram constituídas da apresentação do alfabeto em grupos de letras para a formação de sílabas e de textos religiosos escritos em português e latim e se utilizavam do método analítico que se destacam pelo princípio da síntese, partindo das unidades menores da língua como as letras (alfabético), os fonemas (fônico) e as sílabas (silábico) para as unidades maiores como as palavras, frase e texto, sempre de acordo com uma certa ordem crescente de dificuldade. Segundo Mortatti (2000)[2], apesar da ampla defesa e adesão ao método analítico, propõem-se a silabação dentro do método sintético para o ensino da leitura e da escrita.

Os textos de cartilhas de alfabetização norteiam-se por uma ideologia conservadora, não direcionada ao desenvolvimento da criatividade linguística, porém o aluno só aprende através de estruturas significativas da língua.

Nas sociedade orais, as mensagens linguísticas eram sempre recebidas no tempo e lugar em que eram emitidas. Emissores e receptores compartilhavam uma situação idêntica e, na maior parte do tempo, um universo semelhante de significação. Os atores da comunicação evoluíam no mesmo banho semântico, no mesmo contexto, no mesmo fluxo vivo de interações. (Pierre Levy 1999)[3]

Os métodos e as cartilhas deixaram de ocupar um papel central no ensino da leitura e da escrita e a alfabetização escolar passou por vários questionamentos devido as pesquisas realizadas nas várias áreas do conhecimento como a linguística, a psicologia e a psicolinguística.

Poderias descrever ou citar a cerca de que estes questionamentos foram levantados, para que um leitor possa compreender melhor suas colocações ( sucintamente)

No âmbito da sociologia, filosofia e história (da educação), baseada na vertente dialético-marxista, é proposta uma alfabetização transformadora e de emancipação das camadas populares. Na psicologia, fundamentada na vertente cognitivista piagetiana de base construtivista desenvolvida por Emília Ferreiro e colaboradores, propõe-se que os processos de aprendizagem das crianças sejam respeitados (psicogênese da língua escrita). E, por fim, no campo da lingüística o enfoque é colocado na linguagem como uma maneira de interação mediadora e constitutiva das relações sociais e do conhecimento (MORTATTI, 2000, p. 255).

Segundo Soares (2003), enquanto as práticas inspiradas nos métodos sintéticos e analíticos enfatizavam apenas uma das facetas da alfabetização - a decodificação -, aquelas que se baseavam na psicogênese da língua escrita, davam grande ênfase ao processo de construção do conhecimento do sistema de escrita, ou seja, a faceta psicológica.

Completa ou finalizar o parágrafo com sua interpretação sobre a fala do autor.

Além disso, vários pesquisadores como Jean Piaget, Emília Ferreiro, Ana Teberosky, Vygotsky, Magda Soares e Paulo Freire alegavam que as cartilhas e seu método já estavam obsoletos, pois não se devia atribuir ênfase na decodificação das letras, mas sim no processo de construção do conhecimento do sistema de escrita.

A partir daí, as cartilhas deixaram de ocupar um papel central no ensino da leitura e da escrita, surgindo o interesse dos Estados brasileiros em produzir seus próprios manuais didáticos. Aparecem, assim, os primeiros livros de alfabetização, que foram pensados com base no processo natural de desenvolvimento da criança.

Nos dias atuais, são comuns, ainda, profissionais com práticas pedagógicas baseadas no método da cartilha objetivando a aquisição do código escrito, porém com as constantes mudanças ocorridas nas práticas de ensino a alfabetização tem sido compreendida como um processo mais amplo na perspectiva do letramento.

Braga e Ricarte (2005)[4] entendem que a Internet é necessária para a socialização dos alunos no contexto atual. Ao constituir um espaço de sociabilidade, o ciberespaço gera formas de relações sociais com códigos e estruturas próprios, não necessariamente inéditos, mas que foram adaptados às condições impostas pelo tempo e espaço virtuais. A forma como os usuários percebem o espaço, participam da interação e apropriam-se dos recursos e possibilidades de interação na Internet cria a cibercultura – termo utilizado para definir agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual.

As práticas pedagógicas sempre foram alvo de discussões e apontamentos que motivaram sua evolução, principalmente a condução de metodologias de ensino pelos educadores, a valorização do contexto escolar, etc. Com desenvolvimento de novas tecnologias, informações e descobertas ocorrendo em frações de segundo, uma nova prática educacional envolvendo os agentes que conduzem o ambiente escolar vem transformar o ensino em parte integrante na motivação dessas transformações.

Novas Tecnologias

Aquilo que identificamos, de forma grosseira, como “novas tecnologias” recobre na verdade a atividade multiforme de grupos humanos, um devir coletivo complexo que se cristaliza sobretudo em volta de objetos materiais, de programas de computador e de dispositivos de comunicação.(LEVY, 1999)[3]

Do ponto de vista pedagógico, as tecnologias para este estudo são entendidas como todos os meios, apoios, ferramentas que utilizamos para que os alunos aprendam, a forma como os organizamos em grupos, em salas, em outros espaços, o giz que escreve na louça, a forma de olhar, de gesticular, de falar com os outros, o livro, a revista e o jornal, o gravador, o retroprojetor, a televisão, o vídeo também são tecnologias importantes.[5]

O saber cientifico e a busca pelo conhecimento tem se afastado dos interesses da sociedade atual devido a atualização das informações ter ocorrido de forma acessível a todos os segmentos, satisfazendo de uma forma geral aos interesses daqueles que as buscam, assim, torna-se necessária a busca de uma nova reflexão na educação, onde os agentes escolares passem a vivenciar essas transformações podendo buscar novas didáticas e metodologias de promoção do processo ensino-aprendizagem.

Do avanço da tecnologia e a possibilidade do uso das diferentes ferramentas geradas pelas diferentes tecnologias para facilitar, mediar, dinamizar o ensino temos as mídias. A mídia é o suporte ou veículo da mensagem. O impresso, o rádio, a televisão, o cinema ou a internet, por exemplo, são mídias. Mas se desejamos designar de maneira clara a confluência de mídias separadas em direção à mesma rede digital integrada, deveríamos usar de preferência a palavra “unimídia”(Pierre Levy 1999)[3]. O termo multimídia pode induzir ao erro, já que parece indicar uma variedade de suportes ou canais, ao passo que a tendência de fundo vai, ao contrário, rumo à interconexão e à integração.

No contexto educacional mídias pode ser compreendida como os meios utilizados, o livro, a revista, o jornal, o gravador, o retroprojetor, a televisão, o vídeo, o computador e a internet que podem ser usadas no processo de ensino aprendizado, mediadas pelo professor.

Internet e Informática

Dentre as inúmeras mídias disponíveis no mercado e que podem ser usadas no processo de ensino aprendizado, destaco a informática e internet por agregar múltiplas possibilidades de uso das diferentes mídias que são integradas a estas ferramentas como textos, imagens e sons. A internet, sistema de conexão das redes, é um suporte de informação e de comunicação, feito para o estabelecimento de conexões entre sistemas locais, é uma rede de redes (intranet).

Do ponto de vista do equipamento, enquanto que os computadores são considerados como instrumentos de comunicação, de pesquisa de informações, de cálculo, de produção de mensagens (textos, imagens, som), a informática reúne técnicas que permitem digitalizar a informação (entrada), armazená-la (memória), tratá-la automaticamente, transportá-la e colocá-la à disposição de um usuário final, humano ou mecânico (saída). Estas distinções são conceituais. Os aparelhos ou componentes concretos quase sempre misturam diversas funções.

Um sistema de interconexão e de pesquisa de documentos como a World Wide Web tem a capacidade de transformar a Internet em um hipertexto gigante, independente da localização física dos arquivos de computador. Na Web, cada elemento de informação contém ponteiros, ou links, que podem ser seguidos para acessar outros documentos sobre assuntos relacionados. A Web também permite o acesso por palavras-chave a documentos dispersos em centenas de computadores dispersos através do mundo, como se esses documentos fizessem parte do mesmo banco de dados ou do mesmo disco rígido. Virtualmente, todos os textos formam um único hipertexto, uma única camada textual fluida.

A World Wide Web é uma função da Internet que junta, em um único e imenso hipertexto ou hiperdocumento, todos os documentos e hipertextos que a alimentam. Em sentido estrito, essa “prática” só é possível na Web, uma vez que a Internet, em si, é apenas o suporte físico para a informação. Quase todos os outros serviços hoje utilizados na Internet e que não fazem parte da Web (ou seja, não usam HTML., como é o caso do FTP ou do mIRC) não permitem a estruturação de hipertextos de forma alguma.

Novas mídias e hipertextos, aparecem com muita frequência no processo ensino-aprendizagem. O que se define como fenômeno hipertextual apresenta-se como uma nova forma de construção de sentido. Hipertextos são textos em formato digital, reconfigurável e fluido. Ele é composto por blocos elementares ligados por links que podem ser explorados em tempo real na tela. A noção de hiperdocumento generaliza, para todas as categorias de signos (imagens, animações, sons etc.), o princípio da mensagem em rede móvel que caracteriza o hipertexto.

As novas tecnologias em sala de aula

O uso de recursos diversos, tecnologias como o vídeo, data show, retroprojetor, computador, internet, etc., tem aproximado os professores, os alunos e a comunidade escolar a um mundo midiático que propicia mais dinâmica na sala de aula. Numa reflexão sobre a importância das novas tecnologias em sala de aula, a supervisora pedagógica do salto para o futuro Rosa Helena Mendonça diz que as tecnologias, com relação a educação, sejam novas ou tradicionais, precisam ser pensadas em função de que projeto de educação estão sendo usadas, o tipo de sociedade que se quer, como incorporar essas tecnologias no currículo e na prática pedagógica. A seguir apresento diferentes pontos de vista de alguns autores sobre o assunto.

Francis Wilker

Segundo o arte-educador Francis Wilker (2010)[6], a escola deve se apropriar das novas ferramentas e tecnologias para conseguir um melhor diálogo com os estudantes, pois a escola corre o risco de ficar no século 20 recebendo estudantes do século 21, que é importante para os processos pedagógicos pois hoje os alunos acessam blogs, e-mail, etc, com muita facilidade, possuem câmara de vídeo e celular, as condições econômicas desfavoráveis não impedem o acesso as mídias pois os celulares integram diferentes mídias e estão cada vez mais acessíveis a todos. os alunos demonstram um domínio e interesse muito grande por essas novas tecnologias. Embora sejam educadores formados no século 20, vivemos num novo século com uma nova realidade, então precisamos ampliar os horizontes e usar as novas tecnologias como ferramentas para o processo ensino-aprendizagem.

Maria da Graça Moreira

Segundo Maria da Graça Moreira (2010)[6] (Professora de Mídias Digitais - PUC/SP) a tecnologia é um dos componentes da educação de qualidade que contribui mas não é o único elemento. A formação dos professores, dos gestores, o trabalho colaborativo em torno de um projeto pedagógico consistente e a participação de todas fazem parte dessa educação que procuramos. Uma educação democrática, inclusiva e que promove o processo de ensino e aprendizagem ao longo da vida. Tanto professores como gestores devem ser estimulados ao uso de tecnologias e mídias da educação por meio de formações para promover a integração dessas tecnologias na prática pedagógica.

José Manuel Moran

Segundo o Professor de Novas Tecnologias (2010)[6] (USP) José Manuel Moran embora a educação de qualidade pode ser feita sem tecnologias, elas são importantes como apoio pois num mundo conectado em rede seria estranho trabalhar conteúdos sem essa mediação. Então, ampliar os horizontes do aluno além da sala de aula e conectá-lo com um mundo virtual, trazendo o que é mais significativo para a escola, podendo apreender em qualquer tempo, em qualquer lugar, com ferramentas como os ambientes virtuais de aprendizagens, por exemplo, é para onde caminhamos pois não precisamos estarmos fisicamente juntos todo dia para aprender.

Assim de acordo com estas colocações, a inserção das tecnologias midiáticas na escola pode ser repensada, vislumbrando que o ensino com o apoio de tecnologias seja um conjunto de espaços e tempos significativos de aprendizagem, podendo começar numa sala de aula, ter continuidade em um laboratório, biblioteca, em casa, no trabalho, na praia etc através de redes de comunicação, sendo possível realizá-lo em diferentes ambientes físicos ou virtuais.

Pensar a escola mais viva, dinâmica e reflexível com as tecnologias sendo facilitadora desse processos de interconexão, com todas as realidades que são importantes e integrantes do processo de aprender. O professor não precisa ser especialista em tecnologias, ele é especialista em outras áreas, mas precisa delas como mediação, como apoio para motivar ele próprio e também o aluno a trabalhar com essas linguagens integradas.

O professor, as tecnologias e o ensino

Não adianta ensinar se o professor não pode praticar, então ele precisa ter acesso as tecnologias de forma pessoal e depois fazer uma ponte na sensibilização entre o lado técnico e o lado pedagógico, dominando os recursos e integrando no cotidiano escolar. Disso resulta a inovação, reflexão do que pode ser diferente, como motivar, a busca de um resultado diferente. A escola fica mais dinâmica, ganha um professor com maior facilidade de trabalhar com os alunos, diminuindo as repetições de explicações, agilizando o cumprimento do planejamento anual da disciplina. As tecnologias servem como apoio, tornam as aulas mais criativas, dinâmicas e interessantes. Pode-se afirmar que a modernização da educação acontece por intermédio de investimentos como na formação do professor, e infraestrutura necessária para viabilizar a inserção das diferentes tecnologias que facilitam o trabalho pedagógico dos professores e a aprendizagem dos alunos. Descrevo a seguir colocações de alguns autores sobre o assunto.

Leandro Fialho

Segundo Leandro Fialho (2010) (SECAD/MEC) o professor pode fazer com que as novas tecnologias gerem um pensamento crítico dos alunos, ou seja, gerem com isso um espírito critico para que o aluno possa fazer uma reflexão sobre aquilo que está sendo observado. A compreensão do uso das novas tecnologias em sala de aula é um passo importante, mas a motivação é fundamental.

Juliana Tarsia

Juliana Tarsia (2010) (Coordenadora da Videoteca Central - DF) diz que esse incentivo se faz tornando os recursos disponíveis ao professor, aproximando esse professor das novas tecnologias, capacitando pra que essa prática seja integrada ao desenvolvimento da sua atividade profissional.

Walter Junior

Para Walter Junior (2010) (Professor da UFRN) esse regime de colaboração tem por base novas tecnologias que nos conecta uns com os outros, que é essa forma de rede, e que a gente pense na possibilidade de produção de material audiovisual para não sermos apenas receptoras de programas prontos, as escolas podem gerar programas, podem fazer filmes, podem inserir-se de uma outra forma. Quando olhamos para trás, buscamos nos clássicos algo que ajude a responder determinados problemas, portanto ativamos um mundo que ainda não temos.

Estruturando aulas a partir do uso do Portal do Professor

Portal do Professor

O Portal do Professor é uma ferramenta especial a disposição de todos os professores que tem acesso a internet no endereço http://portaldoprofessor.mec.gov.br, um espaço para troca de experiências entre professores do ensino fundamental e médio, um ambiente virtual com recursos educacionais que facilitam e dinamizam o trabalho dos professores, um espaço criado por iniciativa do Ministério da Educação com o objetivo de centralizar informações importantes para os profissionais da educação.

O conteúdo do portal inclui sugestões de aulas de acordo com o currículo de cada disciplina e recursos como vídeos, fotos, mapas, áudio e textos. Nele, o professor poderá preparar a aula, ficará informado sobre os cursos de capacitação oferecidos em municípios e estados e na área federal e sobre a legislação específica.

De acordo com Carmem Lúcia Prata que é a Coordenadora do Portal, este foi estruturado de uma forma muito visual com a intenção de facilitar o acesso ao ambiente pelo professor que possa apresentar dificuldades favorecendo quem esta inciando no uso desta tecnologia. Para ter acesso a este ambiente, deve-se acessar o endereço http://portaldoprofessor.mec.gov.br.

O site encontra-se estruturado em sete área básicas:

  • A primeira é o espaço de aula, que é uma ferramenta onde pode-se planejar e publicar sugestões de aulas que podem servir de modelo aos usuários.
  • No segundo espaço, tem o jornal do professor que traz uma série de temas e informação sobre o que o professor está fazendo na sua escola.
  • O terceiro espaço, são os recursos multimídias, tecnológicos e digitais de domínio público que fazem parte de um banco internacional que é um repositório de recursos multimídias, como quase 12 mil elementos composto de vídeos, simuladores, áudios, imagens, mapas digitais, experimentos práticos, organizados numa estrutura curricular. Cada elemento desses contem informação importante como o objetivo pedagógico, informações sobre plugins que precisam ser baixados, o nível de ensino que ele pode ser usado e suas potencialidades de uso.
  • O quarto ambiente refere-se a área de Cursos e Materiais. Em Cursos tem links de todos os cursos ofertados pelo MEC. A área de materiais e estudos traz uma série de cadernos, livros, apostilas técnicas, legislações, etc, tendo acesso aos materiais e cursos que foram usados nas capacitações, formações, reuniões das escolas, secretarias etc, oferecendo assim um leque de possibilidades de uso e benefícios na prática profissional.
  • O quinto espaço é a área de interação e comunicação, que possuem várias salas de chats em que o professor pode entrar, trocar ideias, informações e experiências. Há também vários fóruns que foram criados e já estão funcionando no portal. Neste espaço encontra-se também uma lista de rádios e tvs universitárias, várias delas com programas ao vivo. Tem uma coleção de blogs temáticos que tratam de diversos temas, como meio ambiente, saúde, tecnologia, aprendizagem do aluno, etc.
  • A sexta área é a parte de links que traz uma coleção organizada de informações, uma coleção das bibliotecas nacionais e de estados como também as principais bibliotecas do mundo. A mesma coisa para museus, planetários e observatórios. Tem também uma busca de projetos nas escolas, onde clicando no mapa, por estado, visualiza-se os projetos que foram desenvolvidos por professores e alunos nas escolas naquela região clicada. Então o professor não só pode ter acesso a sugestão de aulas, mas também pode publicar.
  • A sétima área trata-se de um link para a Plataforma Freire, que é o Plano Nacional de Formação destinado aos professores em exercício das escolas públicas estaduais e municipais, sem formação adequada à LDB, oferecendo cursos superiores públicos, gratuitos e de qualidade, além de cursos de extensão, aperfeiçoamento e especialização, com a oferta cobrindo todos os estados da Federação, por meio de Instituições Públicas de Educação Superior, Federais e Estaduais, com a colaboração de universidades comunitárias.

As quatro área complementares

As quatro área complementares mostram toda estrutura educacional do país, em ministérios encontra-se todas as universidades e faculdades públicas e privadas, em escolas, acessa-se o estado desejado e visualiza-se todas as escolas da rede de ensino daquela região e até município e caso a escola já tenha um site ou um blog esse endereço é inserido e todos iram conhecer o que a escola está fazendo em termos de uso e tecnologia.

Além desta ferramenta também pode se fazer uso de outros portais e espaços digitais disponíveis na rede com intenção de servirem de apoio as práticas pedagógicas, possibilitando dinamizar o ensino como os blogs, webquests, ambientes virtuais de aprendizagens, etc., cabendo ao professor procurar os recursos que melhor complementam as suas necessidades de acordo com o contexto do conteúdo a ser trabalho, da grade curricular, do plano político pedagógico da escola em que atua e da realidade em os alunos estão inseridos.

Blog é uma abreviação de weblog, qualquer registro frequente de informações pode ser considerado um blog (últimas notícias de um jornal online por exemplo). A maioria das pessoas tem utilizado os blogs como diários pessoais, porém um blog pode ter qualquer tipo de conteúdo e ser utilizado para diversos fins. Uma das vantagens das ferramentas de blog é permitir que os usuários publiquem seu conteúdo sem a necessidade de saber como são construídas páginas na internet, ou seja, sem conhecimento técnico especializado.

Webquest é uma atividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet, geralmente estruturada em sete seções: introdução, tarefa, processo, fontes de informação, avaliação, conclusão e créditos.

Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem são softwares que auxiliam na montagem de cursos acessíveis pela Internet. Elaborado para ajudar os professores no gerenciamento de conteúdos para seus alunos e na administração do curso, permitindo acompanhar constantemente o progresso dos estudantes. Como ferramenta para EAD, são usados para complementar aulas presenciais.


È de suma importância que os profissionais tenham o conhecimento destes espaços, pois nem sempre precisam criar novas metodologias. Nestes ambientes encontra-se muitas sugestões que podem ser usadas ou adaptadas de acordo com os interesses e necessidades, viabilizando o planejamento e a execução de aulas mais elaborados, dinâmicas e voltadas para o contexto de forma geral dos alunos, fazendo assim com que os assuntos trabalhados em aula sejam percebidos de forma integral e que os conhecimentos ali construídos possam ser aplicados na vida, extrapolando os muros da escola.

Disciplinaridade, transdisciplinaridade e interdisciplinaridade

dos conteúdos das disciplinas a partir do uso da informática e internet

A ideia de conteúdo escolar muito frequentemente está associada ao discurso do professor, isso é muito insuficiente, currículo não é a lista de tópico do discurso do professor, currículo é o percurso formativo do aluno, se nós queremos que ele desenvolva certas habilidades e competências ao lado de seus conhecimentos ele tem que cogitar, que pensar, que escrever e discutir e a ciências são os conjuntos desses conteúdos e portanto implicam certos fazeres. Um dos aspectos da importância da ciência na escola é a ciência como linguagem, a leitura de um jornal, o acompanhamento de um jornal na TV, a interpretação de um rótulo de um alimento ou bula de um medicamento, implicam no uso de linguagens científicas ou matemáticas. Uma das primeiras funções das aulas de ciência é promover o domínio dessas linguagens, em nível compatível com a etapa escolar, essa condição do cidadão precisa ser promovida na escola.

Outro aspecto é a ciência como instrumental prático, por exemplo ao avaliar uma conta de energia e decidir pela troca de um chuveiro elétrico por outro a gás ou distinguir um resfriado de uma gripe mais grave são algumas das inúmeras competências relacionadas a conhecimento científico. Nas aulas de ciências é importante que os alunos reconheçam esses conhecimentos como seu instrumental para aplicação no seu cotidiano e não como “coisa de cientista”. As ciências são particularmente apropriadas para serem aprendidas com observações extraclasse, discussões em sala de aula e pequenos projetos de execução coletiva.

As pessoas vão para a escola para aprender a ler o mundo, começa-se lendo um texto, mas é ler e compreender o mundo, leitura, compreensão, reflexão e expressão busca-se desenvolver no aluno nos espaços escolares. Mas o mundo não é disciplinar, porem muitas vezes o conhecimento e construído de forma que o aluno percebe apenas a displinaridadade do assunto abordado. então é preciso que na escola se faça essa ponte entre o disciplinar e o transdisciplinar., é preciso antes que se crie a interdisciplinaridade[7] ou a inter-relação entre as disciplinas de uma forma mais rica que é condição de possibilidade de se passar para o transdisciplinar e ir além das disciplinas. O conhecimento absolutamente disciplinar é coisa para especialista.

A transversalidade e a interdisciplinaridade são partes de um movimento que aparecem em contraposição a um jeito de organizar o pensamento que surgiu no século XVII. Um dos primeiros formuladores dessa maneira de pensar foi René Descartes que em 1637 escreveu o Discurso do Método[8]. A concepção de Descartes é da unidade do conhecimento, da unidade do saber, que ele encontrava no método. No mundo da educação quem se opõe a essa fragmentação do conhecimento é o filósofo e sociólogo francês Edgar Morin, considerado o pai da teoria da complexidade, minuciosamente explicada nos quatro livros da série O Método[9], defende a interligação de todos os conhecimentos, combate o reducionismo instalado em nossa sociedade e valoriza o complexo.

Redes

Dentro do tema transdisciplinaridade tem-se a ideia de rede, que em sentido literal entende-se como o funcionamento da internet pensada em termos técnicos; internet, redes de computadores, ou em termos biológicos; redes neurais, sistema do corpo humano, mecanismo das células etc., em termos químicos como uma rede cristalina, uma rede de nanopartículas, etc, mas aqui fala-se em rede no sentido metafórico, como uma imagem do conhecimento.

Nesta perspectiva, conhecer é como enredar, tecer significações, partilhar significados. Os significados, por sua vez, são construídos por meio de relações estabelecidas entre os objetos, as noções, os conceitos. Um significado é como um feixe de relações. O significado de algo é construído falando-se sobre o tema, estabelecendo conexões pertinentes, às vezes insuspeitadas, entre diversos temas. Os feixes de relações, por sua vez, articulam-se em uma grande teia de significações e o conhecimento é uma teia desse tipo.(MACHADO, 2001)[10]

A ideia de rede amplifica bastante o que se passa na escola e ajuda ir além do trabalho disciplinar. Há muitas imagens do conhecimento, mas com as ações na sala de aula, que são o modo como se planeja, se avalia, como escolhe-se os materiais didáticos, o modo como pensa-se a organização curricular, está associado a imagem de conhecimento que o professor tem e age por essas formas de pensar. Uma imagem importante que é ampliada pela ideia de rede á a imagem de encadeamento, de pensar que na escola, no trabalho com as disciplinas, trabalha-se encadeando, ideia essa associada a Descartes no clássico discurso do método.

Na organização do conhecimento escolar, em praticamente todos os níveis de ensino, a imagem hegemônica que orienta as ações educacionais é a do encadeamento, matriz do pensamento cartesiano, tão bem caracterizado no livro Discurso do método (Descartes, 1978).[11]

Na ideia de rede planeja-se sobre uma grande teia de relações e os conhecimentos, conceitos e significados não estão linearmente ligados com a seguinte, mas multiplamente relacionados.

Uma das características das redes é o acentrismo – a rede tem centros de interesse, navegamos todos na mesma rede de significações mas cada um entra por uma porta diferente.

Outra característica é a historicidade, os significados são feixes de relações vivos sendo incorporadas novas relações e aposentadas relações que já não tem significado. Os novos dispositivos informacionais (mundos virtuais, informação em fluxo) e comunicacionais (internet) são os maiores portadores de mutações culturais.

Outra característica da rede é a heterogeneidade, porque todas as noções importantes da vida são transdisciplinares. A imagem da rede continuamente nos lembra de que os nós/significados são naturalmente heterogêneos, no sentido de que envolvem relações pertencentes a múltiplos conteúdos, a diversas disciplinas.

Então existem diferenças entre interdisciplinaridade e multidisciplinaridade. Na multidisciplinaridade você trás os especialistas das áreas fragmentadas que vão trazer a sua contribuição sobre aquele fenômeno em estudo, cada especialista vai lá e faz a sua leitura e volta para o seu campo disciplinar, na interdisciplinaridade existe diálogo entre esses campos de especialização, existe um diálogo entre as disciplinas, no estudo deste mesmo fenômeno, o historiador ou o químico ou o biólogo, eles não se limitam a ir ali e dar interpretação da disciplina dele para aquele fenômeno, ele vai ouvir a explicação dos outros fenômenos, por isso a palavra chave para entender interdisciplinaridade é dialogo.

Assim, neste estudo a disciplinaridade é representada pela disciplina de química, seus conteúdos e componentes e a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade se concretizam pela formação da rede e suas interconexões realizadas por meio de projetos coletivos entre as diferentes disciplinas de forma transversal, construídos de forma integrada, desenvolvendo em diferentes ambientes, como salas de aula, ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) e por intermédio do uso de diferentes tecnologias e mídias que podem ser integradas com o caso da informática e internet.

O tema pode ser escolhido em parceria com outros professores da escola. O projeto está centrado em dois conceitos importantes em educação: a interdisciplinaridade e a transversalidade. Romper essa fragmentação das disciplinas e trazer um conceito interdisciplinar ajuda a entender de forma mais adequada e mais complexa os fenômenos da natureza.

O trabalho com projetos pode ser apresentado através de uma rede, nela o professor registra todo percurso das atividades, iniciando com os questionamentos dos alunos até traçar as relações entre o tema e as diversas disciplinas. Na medida em que as estratégias vão sendo desenvolvidas vai-se estabelecendo relações não pensadas anteriormente mas que vão se construindo no próprio desenrolar do projeto.

Mapa Conceitual

Assim demonstro a seguir no mapa conceitual este entendimento:

Mapa Conceitual)

Aqui o tema central é Química, Tecnologia e Sociedade e a estratégia e fazer uma ponte entre as disciplinas e as questões temáticas, as ações e as atividades utilizando para isso o ambiente virtual de aprendizagem.

Desmistificando os Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Definição de EaD

Os debates a respeito da EaD que aconteceram no Brasil na última década oportunizou reflexões importantes a respeito da necessidade de ressignificações de alguns paradigmas que norteiam nossas compreensões relativas à educação, escola, currículo, estudante, professor, avaliação, gestão escolar, dentre outros.(MEC/SEED 2007)[12]

No Brasil, esta modalidade de educação obteve respaldo legal na Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 –, que estabelece, em seu artigo 80, a possibilidade de uso orgânico da modalidade de educação a distância em todos os níveis e modalidades de ensino. O que regulamenta a lei atualmente é o Decreto 5.622, de 20 de dezembro de 2005.

O artigo 1o do Decreto 5.622/2005 caracteriza a educação a distância como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.

A EaD não é um método de ensino, mas uma modalidade, que pode ser adaptada a diferentes métodos e abordagens pedagógicas. Os recursos da EaD podem também ser utilizados como suporte ao ensino presencial.

O que é Ambiente Virtual de Aprendizagem

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), em geral uma adaptação do inglês Learning Management System (LMS) ou (Sistema de gestão da aprendizagem). O Ambiente Virtual de Aprendizagem ou Sala de Aula Virtual é um ambiente baseado em internet ( também é possível em intranets) que funciona de forma semelhante a um Portal cujo objetivo básico é a Educação a Distância.

Para entender melhor, vejamos algumas características de um AVA:
  • O acesso ao “interior” AVA é feito por meio de login;
  • Pouco conteúdo fica disponível ou visível para usuários não cadastrados;
  • Há papeis com permissões diferentes para os usuários. Administrador, criador de curso, professor ou tutor, aluno e visitante são alguns exemplos;
  • Os cursos são separados em “salas virtuais” e o acesso é restrito por código, senha ou inscrição feita ou aprovada pelo responsável no curso;
  • As ferramentas e funcionalidades encontram-se voltadas primordialmente para a situação de ensino-aprendizagem;
  • Há formas variadas de comunicação e interação(atividades diversas, tarefas, chat, blog, forum etc);
  • O professor ou tutor pode acompanhar o desenvolvimento e a participação do aluno, elaborar e corrigir atividades, atribuir notas, estabelecer prazos para a realização de atividades, enviar mensagens, e muito mais.
  • Há exercícios de naturezas diversas, alguns similares à aprendizagem presencial


Outras denominações comuns são: Learning Platform ( LP) e Learning Content Management System (LCMS).

O sistema, que requer linguagem dinâmica de programação web ( PHP, ASP, ASP.net, JSP, por exemplo) e banco de dados web ( MySQL, por exemplo), fica hospedado num servidor. Este servidor pode ser acessado por intranet ou, na maioria das vezes, por internet. Alguns exemplos de Ambientes Virtuais de Aprendizagem são: Moodle, Teleduc, e-Proinfo e Blackboard. A instalação de um AVA em um desktop ou laptop requer instalações prévias e não é uma tarefa tão simples quanto instalar programas do Windows. No caso do Moodle, por exemplo, é preciso instalar um servidor web ( Apache), a linguagem de programação (PHP) e um banco de dados ( MySQL, em geral). Depois de instalar este conjunto, é preciso criar e configurar um banco de dados. Só depois disso, a instalação do Moodle pode ser iniciada. Em termos objetivos, estes procedimentos amedrontam muita gente.


Exemplos de Ambiente para a criação, participação e administração de cursos na Web.

  • e-Proinfo (SEED - GPL-GNU, Licença Pública Geral, v. 2, em português)
  • TelEduc (GNU General Public License)
  • Moodle (GNU General Public License)

e-Proinfo é um ambiente virtual colaborativo de aprendizagem que permite a concepção, administração e desenvolvimento de diversos tipos de ações, como cursos a distância, complemento a cursos presenciais, projetos de pesquisa, projetos colaborativos e diversas outras formas de apoio a distância e ao processo ensino-aprendizagem.

TelEduc é um ambiente para a criação, participação e administração de cursos na Web. Ele foi concebido tendo como alvo o processo de formação de professores para informática educativa, baseado na metodologia de formação contextualizada desenvolvida por pesquisadores do Nied (Núcleo de Informática Aplicada à Educação) da Unicamp.

MOODLE é o acrônimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment", um software livre, de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual. A expressão designa ainda o Learning Management System - LMS (Sistema de gestão da aprendizagem) em trabalho colaborativo baseado nesse programa, acessível através da Internet ou de rede local. É um ambiente virtual de aprendizagem que oferece aos professores a possibilidade de criar e conduzir cursos a distância, por meio de atividades (exigem ação do aluno, como responder, discutir, etc.) ou recursos (materiais para consulta e estudo) organizadas a partir de um plano de ensino.

Hospedagem do moodle

Embora existam empresas especializadas em oferecer hospedagem com o moodle já instalado o custo é mais alto e geralmente limitado. Uma instalação básica do Moodle requer um Servidor Web com sistema operacional como Linux, Windows, Mac OS X ou Netware e com servidor web Apache ou ISS com suporte a linguagem PHP 5 e banco de dados MySQL, PostgreSQL, MSSQL ou Oracle. As versões dos pacotes dependem da versão do moodle e pode ser consultado no site oficial, moodle.org.

Existem várias empresas na internet que oferecem serviços e planos de hospedagem, cito por exemplo a hospedagem do UOL HOST ou a Locaweb, que oferece um plano básico com um site, domínios ilimitados, caixa postal e e-mail, armazenamento e ferramentas para construção de sites ao custo de R$ 29,00 por mês mas é bom verificar se o servidor contratado atende as necessidades e requisitos exigidos pelo pacote a ser instalado. Para ter acesso a web é preciso também registrar um domínio no site http://registro.br/ que depende do tipo de site. Por exemplo, para registrar e manter um domínio do tipo www.meusite.pro.br custa aproximadamente R$ 30,00 por ano. Geralmente a empresa contratada se encarrega de fazer o registro mas nada impede de reservar um registro independente, porém o acesso ao site depende o DNS dado pelo servidor contratado.

Para construir um site pode-se contratar um web designer porém para um ambiente virtual de aprendizagem simples esta tarefa não é absolutamente necessária. Pode-se acessar o servidor FTP, como um navegador web digitando-se o endereço do servidor, geralmente (ftp.empresa_contratada.com.br), e entrar com o usuário e senhas dadas e em seguida transferir ou excluir arquivos do site, etc.

Para acessar o banco de dados deve-se digitar o endereço, por exemplo, (mysql.empresa_contratada.com.br) para banco de dados MySql. As empresas geralmente utilizam ferramentas amigáveis para os usuário administrarem o banco de dados como phpMyAdmin ou cPanel que permite criar e-mails, contas de FTP, gerenciar arquivos, atribuir proteções de diretórios, adicionar tarefas cron, redirecionar e-mails, entre outras funções.

Então basta fazer o download do pacote e versão escolhida e seguir o guia de instalação recomendado. A empresa contratada fornecerá um nome de usuário e uma senha para administrar o sistema e ter acesso ao diretório web e ao bando de dados. O pacote deve ser descompactado e transferido para um sub-diretório do servidor por Protocolo de Transferência de Arquivos (FTP), existem vários programas livres ou gratuitos para isso que podem ser instalados no computador pessoal como Filezilla, gFTP, CuteFTP, WSFTP ou FTP via Web e através de qualquer navegador web fazer a instalação.

Então pelo navegador executa-se o script de instalação, escolhe-se a linguagem para rodar o script que verificará algumas configurações do servidor, a próxima tela exibida permite alterar o endereço web, o diretório moodle e o diretório "data". No próximo passo escolhemos o tipo de banco de dados (MySql, PostgreSQL, etc), o servidor hospedeiro (ex: empresa_contratada.com.br) o servidor de banco de dados (ex: nome_do_meu_banco_de_dados), o usuário do banco de dados, a senha e o prefixo da tabela (mdl_). O script faz uma nova verificação no servidor, na próxima tela pode-se instalar o pacote de idioma Português (pt_br). Finalmente o script criará o arquivo de configuração, config.php, que será armazenado no diretório raiz da instalação. Após concluídas as etapas acima deve-se criar um usuário administrador, fornecendo alguns dados pessoais.

Gerenciamento do moodle

O gerenciamento do AVA Moodle é feito pelo administrador, definido durante a instalação. O Moodle trabalha com diferentes funções sendo as principais (em ordem decrescente de permissões): Administrador, Criador de Cursos, Professor, Professor não editor, Estudante, Visitante e Usuário Logado. Outras funções podem ser criadas pelo administrador com diferentes permissões.

O tema geral pode ser facilmente alterado a partir de temas pré-configurados, com fontes, cores e padrões que podem ser modificados facilmente e adaptado às necessidades de cada organização. Módulos e Plug-ins podem ser adicionados pelo administrador a partir da instalação inicial do Moodle. Pacotes para mais de 40 novos idiomas estão disponível para serem instalados pelo administrador. O código fonte do programa, por tratar-se de código aberto, pode ser alterado para adaptar-se às necessidades dos usuários.

Após a criação de uma disciplina ou curso pelo criador de curso ou administrador e designado a função de professor a um usuário devidamente cadastrado, o mesmo poderá gerenciar sua disciplina e utilizar uma gama de ferramentas administrativas disponíveis. O painel de controle de administração contém todas as funções importantes do gerenciamento do curso como Ativar edição, Configurações, Designar funções, Notas, Grupos, Backup, Restaurar, Importar, Reconfigurar, Relatórios, Perguntas, Arquivos e Perfil (isso para moodle versão 1.9). Os estudantes também possuem um painel com menos permissões.

No menu Atividades aparece as ferramentas e atividades que vão sendo aplicadas durante o curso, como por exemplo: Apresentações, Chats, EduGames, Enquetes, Formulários, Fóruns, Frequências, Glossários, Jogos-Educativos, Mapas, Pesquisas de avaliação, Podcasts, Questionários, Recursos, Tarefas, Treinamento Flashcard, Vídeo-Tutores, Webquests, WebQuest-SCORMs, etc, dependendo do sistema instalado.

Criar os conteúdos de ensino é apenas uma parte do que se deve fazer num sistema de gerenciamento de cursos (CMS). Um CMS deve gerenciar os alunos de vários modos. O gerenciamento dos alunos inclui: Ter acesso a informação sobre os alunos do curso, Capacidade para realizar grupos de alunos, Aplicar diversas escalas nas classificações dos alunos; Monitorização e registo dos acessos dos utilizadores; Upload de arquivos externos para utilizar no curso, etc.

  • Podemos ver a atividade de todos os participantes do curso. Os alunos criam um perfil pessoal que pode incluir uma imagem, o que ajuda a estabelecer laços sociais na comunidade do curso.
  • Dividir os alunos em grupos é uma atividade normal em educação. O Moodle permite que o professor do curso crie grupos e agrupamentos facilmente, e determine como os membros se relacionam com os outros grupos e nas diferentes atividades
  • Manter um calendário de eventos é importante para o aluno e o professor do curso. Os eventos podem-se criar em diversas categorias, incluindo eventos globais, do curso, de um grupo ou do usuário.
  • Os professores podem definir escalas que se utilizarão para classificar fóruns, trabalhos e diários. As escalas normais podem atribuir valores de 1 a 100% em cada atividade (ou nenhuma classificação), ou indicar se o aluno demonstra uma das três características na atividade: Mostra um conhecimento CONECTADO, Mostra um conhecimento SEPARADO ou Igual separado e conectado.
  • A opção de classificações oferece uma visualização de todas as classificações dos fóruns, trabalhos, diários, questionários, lições e oficinas. A escala de classificações aplicada numa atividade do curso mostra-se, junto com um total acumulado, numa única página.
  • Nas janelas de um trabalho ou diário aparecem os arquivos enviados, as classificações e os comentários de todos os alunos numa única página.
  • O Moodle cria um registro detalhado para o monitoramento de cada recurso quando este foi ativado ou acessado, por um determinado aluno.
  • Todos os recursos do curso estão localizados dentro da área dos arquivos do Moodle. Os recursos estão disponíveis ao usar o editor de HTML, permitindo inclui-los facilmente no conteúdo de uma atividade.
  • Existe um site de suporte e ajuda em inglês para professores e administradores, que necessitarem de ajuda ao gerenciamento do curso, o Moodle Docs. Este endereço pode ser alterado pelo administrador.
  • O inicio do login ocorre numa janela intuitiva. O registo do aluno pode ser efetuado pelo próprio aluno ou pelo administrador, dependendo das configurações do administrador.
  • Os professores podem exigir uma senha para permitir a inscrição em um curso. Assim consegue-se um processo de inscrição individualizado. Os cursos que necessitem uma senha para a inscrição indicam-no na descrição das categorias dos cursos.
  • Os alunos podem logar-se a qualquer momento, de onde quiserem para usar os recursos do curso, e podem especificar o fuso o horário e o idioma que desejem utilizar. O Moodle dispõe de interfaces para mais de 30 idiomas.
  • Se os alunos se “inscreverem” nos fóruns, as novas mensagens serão enviados via e-mail. Além disso, os professores podem escolher a notificação via e-mail, também, para diálogos privados.
  • Mais de 66.492 organizações em 215 países têm sites Moodle. No Brasil são mais de 4.873 sites - dados em abril de 2012 moodle.org/sites.

Uso do moodle no gerenciamento da disciplina de química

Atividades do Moodle e as suas possibilidades

A instalação parão do AVA Moodle já vem com algumas ferramentas muito úteis para desenvolver várias atividades com os alunos. Outras ferramentas e plugins (módulos, blocos, temas, contribuições de colaboradores, etc) podem ser instaladas posteriormente pelo administrador do sistema. Dentre as ferramentas padrões destacamos a seguir algumas.

O Fórum é uma ferramenta de comunicação assíncrona, um espaço onde todos podem ver o que todos fazem, ainda que não ao mesmo tempo e pode servir para discussão de temas relativos ao conteúdo, com mediação ou como espaço de reflexão coletiva ou discussão de textos, estudos de caso, construção de trabalhos ou projetos, etc.

Os Fóruns podem ser estruturados de diversas formas (discussão geral com diversos temas/tópicos, uma única discussão, cada aluno abre apenas um tópico, perguntas e respostas, as mensagens podem incluir anexos), permitem a avaliação quantitativa ou qualitativa de cada mensagem com critérios diferenciados de avaliação. (escalas).


O Chat permite uma comunicação escrita síncrona, em tempo real e pode ser útil como espaço de esclarecimento de dúvidas, ou para um bate-papo com um convidado, por exemplo. A sessão de chat pode ser agendada, com horário de início e fim. Os registros do chat ficam disponíveis para consulta posterior. Quando bem sucedido, pode ter impacto na aprendizagem.


As Escolhas (enquetes) constituem oportunidade, aos alunos, de escolher uma única opção entre uma lista definida pelo professor à partir de uma pergunta. Podem ser usadas em atividades como: coleta de opinião, inscrição em uma determinada atividade, identificação de conhecimento prévio sobre um tema específico, entre outras.


O Glossário é colaborativo, isto é, todos podem inserir itens. Permite aos participantes das atividades desenvolvidas no ambiente virtual criar dicionários de termos relacionados com a disciplina, bases de dados documentais ou de arquivos, galerias de imagens ou links que podem ser facilmente pesquisados.


O Diário é uma ferramenta permite que o aluno construa textos de reflexão ou síntese de aprendizagem, que devem ser orientadas pelo professor. O estudante anota as suas reflexões, aperfeiçoando continuamente. A ferramenta é pessoal e não pode ser vista por outros alunos e o professor pode adicionar comentários e avaliações a cada anotação no Diário.


O Questionário permite elaborar questões com diferentes formatos de resposta (V ou F, escolha múltipla, valores, resposta curta, etc.) e possibilita, entre outras coisas, escolher aleatoriamente perguntas, corrigir automaticamente respostas. É possível importar e exportar os dados para outros formatos. O criador tem apenas de construir a base de dados de perguntas e respostas. Pode-se autorizar o aluno a responder o mesmo questionário diversas vezes, aplicando ou não penalidades por tentativa. É possível permitir ou bloquear o acesso dos alunos às respostas certas.


As Tarefas permitem ao professor ler, avaliar e comentar as produções dos alunos (textos ou arquivos) preferencialmente nos modos de "escrita on-line". As notas ficam disponíveis para conhecimento do aluno e o professor pode exportar os resultados para outros formatos.

O Wiki é uma ferramenta semelhante a wikimédia, wikipédia e médiawiki e que possibilita a construção de um texto conjuntamente, com vários participantes, onde todos podem editar e dar contribuições.


A Lição é possível apresentar o conteúdo em um modo atraente e flexível. Consiste em um número determinado de páginas. Cada página, normalmente, termina com uma questão e uma série de possíveis respostas. Dependendo da resposta, passa para a próxima página ou é levado de volta para uma página anterior.


As bases de dados têm algumas semelhanças com o Glossário, mas dão mais liberdade ao professor para criar campos específicos a serem preenchidos pelos alunos. Pode ser um repositório de vídeo, de recursos educativos, de documentos ou fotos, pesquisável e ordenável por categorias.

A Disciplina de Química no AVA Moodle

A disciplina de química nesta escola está fundamentada em três pilares: Livro didático, Aulas Expositivas do professor e Aulas na Internet com uso do AVA Moodle. Não utilizo aulas ou experimentos em laboratório de química pois não temos laboratório para isso. O livro didático de química é uma mídia impressa de apoio importante neste contexto.

Livro didático

Com o Programa Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio (PNLEM), a partir de 2008 todos os alunos já possuem livro de química. O livro Química&Sociedade (PNLEM 2009-2011) encontra-se subdividido em nove unidades (três para cada série) e cada unidade trabalha com temas em foco que são explorados através dos fóruns do Moodle. O livro Química&Sociedade volume único foi dividido em três partes e encadernados devido ao peso. O livro Química na abordagem do cotidiano (PNLEM 2012-2014) encontra-se dividido em três volumes.

Aulas Expositivas

Entre aulas na sala informatizada, aproveitamos para expor conteúdos com o uso da sala ambiente e data show, DVD, TV, Retroprojetor, etc. Neste sentido as mídias como vídeos e flash animados são utilizados para simular experimentos. Existem uma série de sites disponíveis na internet que oferecem flash e vídeos animados nas diversas áreas e assuntos. Não produzimos ainda nenhum flash pois não temos os aplicativos adequados, apenas nos limitamos a apresentações no LibreOffice que pode ser convertida para flash e imagens, mas sem áudio.

A Secretaria de Educação de Santa Catarina (SEA-SC) tem disponibilizado aulas virtuais em flash que são bastante “leves” e também são utilizadas em algumas das lições do Moodle. Utilizamos uma extensão no Firefox (DownloadHelper) que permite obter o link incorporado contido dentro de páginas web direto sem precisar digitar o número de matrícula a cada aula. Vídeos como os do YouTube ainda não são utilizados nas aulas presenciais do AVA Moodle, porque a banda de um mega da escola não suporta e o sistema trava.

Aulas na Internet

O AVA Moodle não tem que ser utilizado unicamente com Educação a Distância (EaD). Este software livre e gratuito pode e deve ser utilizado como auxilio para gerenciar o acesso a outras ferramentas midiáticas como wiki, fóruns, lições e questionários, blogs, flash e vídeos e hipertextos.

Os conteúdos de química são abordados a luz do tema em foco e questões são aplicadas ao fim de cada tópico que são explorados nas lições e nos questionários do AVA Moodle. A internet é uma grande biblioteca e não podemos deixar de explorar os links para conteúdos de química como as Wikis. Desse modo algumas lições tem links para consultas de conteúdos externos.

Falar de como este ambiente pode ser mediador na construção do conhecimento d disciplina em questão

Um dos enfoques do ambiente é a possibilidade de gerenciar todas as configurações, tarefas e atividades avaliativas ou não utilizando as ferramentas disponíveis instaladas, a outra é a possibilidade de estender a sala de aula até a internet.

O ambiente virtual, por si só, não constitui espaço inovador e instigador de construção de conhecimento, pois, para que isso ocorra dependerá do projeto pedagógico do professor mediador. Um ambiente virtual de aprendizagem pautado na transmissão do conhecimento, revela-se como uma proposta tradicional mas se configurado com base numa abordagem pedagógica que se efetive como espaço de promoção de uma interação sócioconstrutivista, possibilitará a reflexão crítica, a colaboração e a integração entre os membros da comunidade virtual.

O ambiente poderá se constituir em espaço para a construção do conhecimento, de modo a considerar os sujeitos a partir das interações que eles estabelecem com sua cultura e seu grupo social bem como viabilizar projetos educativos. As ferramentas mais indicadas para essa tarefa são os fóruns.

Outras ferramentas e recursos são mais indicados para as áreas das ciências naturais como a química que faz uso extensivo de imagens, vídeos e simulações. Neste ponto ressalto os questionários e as lições. Nas lições é possível estimular a leitura dos textos técnicos que antecedem a uma pergunta que pode ser de múltipla escolha, verdadeiro ou falso, resposta breve, numérica, associativa ou dissertativa. Nos questionários é possível ainda as questões cloze (embutida) e calculadas (com variáveis que desestimulam a cópia/cola). A integração das diversas mídias (vídeos, imagens e simulações) encontra-se plenamente no ambiente proporcionando a possibilidade de associa-las ou relaciona-las a um texto ou hipertexto. O moodle permite também a importação de formato Sharable Content Object Reference Model (SCORM)/(AICC). Isso permite segundo Rehake e Mason (2003)[13] o reaproveitamento de objetos de aprendizagem que possuem características como acessibilidade, reutilização, durabilidade e interoperabilidade. Esses objetos podem ser obtidos em repositórios como os do Banco Internacional de Objetos Educacionais, com licença livre, código aberto para diferentes plataformas.

AICC (Aviation Industry CBT Committee) é uma entidade americana que especifica padrões para conteúdos e treinamentos da INDUSTRIA de aviação.

Referências

  1. STAMATTO, M. I.S. Os manuais escolares, o método de alfabetização e de ensino no Brasil (1822 – 1889). In: FERNANDES, Rogério e Adão, Áurea, Adão (orgs.). Leitura e escrita em Portugal e no Brasil (1500-1970). Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação. Porto, 1998.
  2. MORTATTI, Maria do R. Longo. Os sentidos da alfabetização. São Paulo, 1876-1994. São Paulo: Editora da UNESP, 2000.
  3. 3,0 3,1 3,2 LEVY. Pierre, Cibercultura, 1999, Editora 34 Ltda
  4. BRAGA, DENISE B. & COSTA, LÚCIA A. O computador como isntrumento e meio para o ensino / aprendizagem de línguas. Trabalhos em Lingüística Aplicada, Campinas, (36): 61-79, Jul/Dez 2000.
  5. VIEIRA, Alexandre (org.). Gestão educacional e tecnologia. São Paulo, Avercamp, 2003. Páginas 151-164.
  6. 6,0 6,1 6,2 Vídeo TV Escola Sua Escola Nossa Escola - As Novas Tecnologias em Sala de Aula - ASACINE Produções
  7. FAZENDA, Ivani C. A. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. 4. ed.Campinas: Papirus, 1994.
  8. Discurso do Método - René Descartes, 1637
  9. MORIN, Edgar. O método. Vol. 1: a natureza da natureza. Título original: La méthode 1: la nature de la nature. Éditions du Seuil, 1977. Direitos reservados por Publicações Europa-América, Ltda.
  10. MACHADO, Nílson José. A Universidade e a organização do conhecimento: a rede, o tácito, a dádiva. Estud. av. [online]. 2001, vol.15, n.42, pp. 333-352. ISSN 0103-4014.
  11. DESCARTES, René. Discurso sobre o Método [1647]. São Paulo: Hemus, 1978.
  12. REFERENCIAIS DE QUALIDADE PARA EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA (2007) http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/legislacao/refead1.pdf
  13. Silva, Robson Santos da - Objetos de aprendizagem para educação a distância, São Paulo, Novatec Editora, 2011.

http://www.cnj.jus.br/sesap/ead/bibliotecadigital/bitstream/123456789/39/1/Moodle_-2009_livro_Lynn_Dani_e_Le.pdf

Completar com o conceito de mídias, tb podes usar do material do curso Acrescentar com tuas palavras de forma sucinta o que é para que o leitor leigo, entenda seu texto. Não vejo como interessante falar de hipertexto sem antes esclarecer o que é informática e internet. Talvez nem seja necessário ao seu TCC esta conceitualização pois se não terás que explicar outras ferramentas da internet e o teu foco e o moodle. Este parágrafo esta solto, e não entendi a sua ideia principal, rever ou retirá-lo. O que tem a haver gêneros textuais com lingüística com ao avanço das tecnologias neste contexto do teu TCC? Como daqui em diante falas sobre o professor, mudou de certa forma o foco do assunto, penso ser interessante então gerar novo titulo

Fazer um gancho com as colocações abaixo, pois parece que mudou de assunto e estabelecer sempre um link com a informática e internet que contemplar o mapa conceitual e para depois termos subsídios para falarmos do AVA. E manter contextualizado com o capitulo anterior do portal do professor. Tente fazer estes ajustes no texto abaixo até o mapa conceitual. pois realmenteira falar das questcacoloque asigla em parentse e deposisem se preciss podes ape

Aqui poderias por um pouco de sua idéia sobre este método, para evitar de ter somente os demais autores e poço de suas idéias, o TCC é seu, as demais autoridades no assunto são para validar suas idéias sobre o assunto.Procure sempre estabelecer uma conversa sua com o autor relacionado, mostrando que tem domínio sobre o assunto. Sugiro falar sobre como eram iguais os materiais não respeitando as diferenças regionais e que muitas das palavras ensinas na alfabetização eram desconhecidas em determinada região o que tornava a alfabetização de certa forma abstrata e dificultava a assimilação das crianças. Exemplo trabalhar na região sul a palavra “jaca” e as crianças desta região não conheciam a fruta e talvez nunca tivessem escutado esta palavra.

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